BRIGADEIRO DE COLHER
As histórias que habitamos é que importam."
Eugenio Barba
“Brigadeiro de Colher” é um espetáculo de troca e experimentações, de memórias. Ao longo do espetáculo a plateia é convidada a adentrar uma “cozinha fictícia”. Neste espaço as atrizes relembram histórias pessoais e convidam os ouvintes a compartilhar suas experiências de vida, que serão encenadas de diversas formas pelas atrizes. Nesta cozinha não há receitas! Qualquer história é um prato cheio para o espetáculo: histórias, que foram amargas, aquelas de sabor inesquecível, momentos doces da vida, cenas apimentadas ou até aquelas sem sal. Neste caldeirão tudo o que entra fica delicioso!
O espetáculo teve
estreia no segundo semestre de 2010 e já realizou mais de oitenta apresentações
em diferentes espaços da cidade e do estado de São Paulo. Entre eles estão
diversos SESCs, CEUs e ONGs, além de ter realizado três apresentações no
exterior. Uma delas na10th Conference of the International
Playback Theatre Network, em Frankfurt, em
2011.
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RELICÁRIO
“Além de tudo, os pensamentos postos em papel não passam, em geral, de um vestígio deixado na areia por um passante: vê-se bem o caminho que ele tomou, mas para saber o que ele viu durante o caminho é preciso usar os próprios olhos.”
SCHOPENHAUER
“Relicário” é um espetáculo em que a platéia é convidada a compartilhar experiências no campo da leitura, por exemplo: quais os livros preferidos, que trechos se lembram com carinho ou admiração, se há algum texto que tenha mudado a vida de alguém. É uma peça em que histórias sobre a experiência com a leitura e com a palavra são narradas e devolvidas ao público, transformadas artisticamente em cena pelo grupo Nhemaria. É também um espetáculo onde textos literários são compartilhados pelas atrizes como mote ou questões para que surjam as histórias.
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PÉ DE MOLEQUE
"Pé de Moleque" vem contemplar o desejo do público infantil em ver suas histórias em cena, bem como a vontade do grupo em pesquisar o universo infantil a partir do teatro e do playback theatre.
Enquanto cozinham em cena o doce que dá nome à peça, as atrizes partilham algumas histórias pessoais e convidam a plateia de crianças a narrar suas experiências. Todas estas histórias são encenadas através de improvisação, misturando em cena o universo artesanal do feitio do doce, das brincadeiras, cantigas populares, do espaço de troca, com o universo o cotidiano da criança contemporânea, as sonoridades e canções da vida atual nas nossas cidades. Histórias diferentes, espaços e épocas distintas se cruzam e são “cozidas” em um “panelão cênico” onde cada vivência modifica a receita, criando a cada espetáculo um pé de moleque diferente, com sabor de vida e de agora.

